quarta-feira, 11 de março de 2015

Sem licença


Minha poesia não segue etiqueta.
Ela grita
Ela fede
Ela cheira
À cidade
Ao campo
À favela
À bebida
Ao povo
Ao gozo
À dor
À lágrima
À festa
À vida
E à morte.
Ela grita, ela assopra, ela morde.
E pro seu azar ou sorte,
Minha poesia não pede licença.
Ela faz passagem!

3 comentários:

Aline disse...

Adoro quando sua poesia abre caminho em mim, Macabéa!

Eu já sofria de saudade.
Agora estou feliz! :]

Abraços poéticos!

Camila Paula disse...

Alineeee! Mulher, participei de um bate papo sobre juventude e poesia e contei um poucos das minhas aventuras literárias. Teve um momento que falei de como era gostoso o contato com outras poetisas e poetas pelo blog, citei você e tudo o mais :D Me bateu uma saudade desse espaço e dessa troca! A vida corrida, a gente atropela tanta coisa. Tô com muito poema pra postar. Vou postando aos pouquinhos... Coisa boa te ver por aqui. Saudade também!

Há-braços poéticos!

Aline disse...

Que lindo isso, Camila!

Meu sentir é muito recíproco. Eu tenho saudade demais destes encontros que os blogs nos possibilitam e que eu acho que, atualmente, a correria da vida e o estilo fast-food do facebook nos tem feito perder.

Mas, sim, há-braços poéticos! E asas também! Sigamos, nem que seja de visitas de beija-flor! *-*

*-*