sexta-feira, 10 de junho de 2011

A mulher que eu amo

A mulher que eu amo irradia
Flutua nua por onde passa
E não há coisa que faça
Que não embeleze meu dia

A mulher que eu amo dança
nos salões, ruas e praças
E não há quem não se envolva
Com seu sorriso de graça

Ela gira, rodopia, reinventa o amor
no bar, no meu trabalho, na minha casa
E não há quem não perceba
Que eu estou e sou para ela, que passa

Ela maltrata se distribui gentileza
quando me olha, nem nota
E não há como odiar a indiferença
Se não sabe do amor que este pobre lhe devota

3 comentários:

Fouad Talal disse...

só falta colocar a melodia e gravar...

é um colírio-música para os olhos e ouvidos!

um beijo!

Macabea de La Mancha disse...

Gravar este poema?! Deste-me uma boa ideia! Volte sempre!

Anônimo disse...

adorei, a descrição do amor em cada atitude simples dia-a-dia, é bom de ler, tem uma sequência leve e surpreendente no final..e quanto a ideia da música, tb acho que ficaria mto bom...