segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Chão de estrelas



Neste chão onde nascem estrelas
Eis que nos céus despontam as flores
Daí, então,  não há noite ou primavera
Que não brinquem com as minhas dores

Hoje é o primeiro dia da estação
Que me traz saudades de ser flor
Porque um dia assim eu fui
E hoje não sei mais quem sou.

Distante das luzes da cidade
O céu me presenteia...
Por que não param de brilhar,
E de me chamar, oh, Estrelas?!

Tão perto do céu e da terra
Eu faço silêncio para que ouçam
Meu coração fraquinho batendo
Pedindo afago e repouso

Sou um ser apaixonado
Do meu corpo a alma desprende
Só o amor é capaz de confiar
Que flores e estrelas também sentem...

2 comentários:

Mima disse...

Que bom que o amor te ensinou
a também acreditar
no inacreditável.

O essencial é invisível aos olhos.

Um beijinho, flor de laranjeira!

(Amei o poema e a foto é linda!)

Onde vc acha essas fotinhas lindas?
Mima.

Macabea de La Mancha disse...

O Pequeno Príncipe que o diga!

No google, mesmo... Acho que são as fotos que me encontram.

Abração