segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Leilão




O coração nas mãos,
A cabeça em seu lugar
Não esquece a minha desesperança:
Pesa na balança.
E balança...
Avalia o preço a pagar!

Diz que está tudo bem!
Que numa hora dessas, meu bem,
Dessas horas que nada tem,
A gente pode ser feliz de novo.


Reinventar a roda
E a moda de amar:
Com toda a força do mundo,
Com todo o mundo que há...

Talvez depois da curva do vento,
Depois daquele momento,
Reza pro tempo não acabar...
Ou pra chegar à tempo!

Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe...







5 comentários:

Jhe disse...

Já disse que eu gosto de ler seus poemas?!
Pois é, eu gosto!!=D

Mima disse...

"Quem bater
primeira dobra do mar
Dá de lá
bandeira qualquer
Aponta pra fé
e rema..."
Los Hermanos

... disse...

E dou-lhe os prabéns mais uma vez!
Lindo poema!

Macabea de La Mancha disse...

Obrigada, meninas! Ando meio sem tempo de rabiscar poesias, mas a poesia vive em cada uma de vocês. Por isto, obrigada!

Abraço carinhoso da Macabéa!

Macabea de La Mancha disse...

Obrigada, meninas! Ando meio sem tempo de rabiscar poesias, mas a poesia vive em cada uma de vocês. Por isto, obrigada!

Abraço carinhoso da Macabéa!